quarta-feira, outubro 17, 2018

Ouça a verdade!



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“Rendei graças ao Senhor porque Ele é bom, porquanto seu amor leal dura para sempre.” (Salmos 136: 1)
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Deus é bom, ele é bom!
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Quando tudo ao seu redor tentar te convencer do contrario... Lembre-se Deus é bom!
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As circunstancias ao nosso redor podem mudar, o estado do nosso coração podem mudar, mas Deus permanece o mesmo por todo sempre... Por todo sempre... Ele não muda! Ele é Bom!
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Se você deixar, ele continua querendo cuidar de você! Se você deixar, ele continua querendo levar você nos braços!
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Mesmo que a dor esteja insuportável, mesmo que o desespero diga que o dia não vai voltar a brilhar... Não dê ouvidos! ... Não dê ouvidos!
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Não dê ouvidos a outras vozes!... Não dê ouvidos ao desespero!..  Não dê ouvidos para a mentira, para o engano!... Por que a mentira não tem poder, o engano não tem autoridade sobre a sua vida.
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A mentira só tem poder, se você der ouvidos a ela. Ela só tem autoridade sobre a sua vida se você acreditar que ela é a verdade!
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Dê ouvidos a verdade!... Dê ouvidos a esperança!... Dê ouvidos, escute o que a verdade tem para dizer... E ela diz assim: “ Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados ...Venham a mim os aflitos. Venham a mim os que não podem sozinho. Venham a mim os que choram, e eu darei alivio. Eu darei alivio... Diz a verdade. Eu darei esperança, Eu darei razões para que você queira voltar a sorrir... Eu darei razões para que você queira viver mais um dia...Eu darei razões para você continuar...Eu darei Paz... A Paz que vem da certeza de que tudo vai ficar bem!”
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Ouça a verdade e lembre-se Deus é bom!
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#palavradodiacoutinho

quarta-feira, julho 11, 2018

Eu dou conta




Eu sempre dei conta da dor, do riso, do grito, da espera e do medo; nada fácil, mas consegui.
Eu também já dei conta daquilo que tentaram fazer de mim. Já abaixei a cabeça pra injustiça, já engoli mentiras, já dormi chorando por calar a minha voz.

Eu já fui coadjuvante das minhas próprias histórias quando permiti que concluíssem por mim aquilo que penso e o que sinto.
Já omiti emoção e já virei as costas ao que minha intuição escancarava diante dos meus passos.
Ja vendei meus olhos, já ensurdeci meus ouvidos, já sabotei minha fala. Já duividei da minha Fé.

Eu sou gente e nunca tive a pretensão de concorrer com a perfeição - esse status não corresponde ao que chamo de humano, é condição Divina mesmo.

Virei a mesa e decidi dar conta daquilo que escolhi pra mim e pra quem quero comigo. Descobri que a tarefa mais digna a se fazer por nós mesmos é a de dar conta do que somos. Há quem não dê; afinal é mais fácil seguir um roteiro do que construir o caminho.

Prezo o que sinto, defendo o que acredito, protejo o que é afeto, limito invasões e calo aquilo que tenta me concluir; porque dou conta inclusive de reconhecer minhas próprias falhas, equívocos e limitações. Acabamentos só na construção civil; quando falamos em gente que sabe ser grande tudo é continuidade e permanente reforma.

Entrega não é resultado, é processo. Dar conta é saber-se muito mais do que exibe o porta retratos da sua sala de estar.

Ouse saber-se.

- Lu Rossi -




domingo, julho 01, 2018

MUDANÇAS ASSUSTAM - E quem disse que seria (SERÁ) fácil?



Mudar de casa é mais ou menos como mudar de pele. E pele, quase todo mundo sabe, é o maior órgão do ser humano.
Mudar de casa é, antes e primeiro de tudo, acatar que a vida merece uma mudança.  É compreender que sem ela tudo permanecerá estagnado.
Há momentos que nós próprios somos a mudança.
O cenário fica defasado, os vizinhos desalinhados, a vida requer subir a ladeira e descer sem ponto morto.
Mudança dá muito trabalho.
Rever toda a sua história em míseras caixas de papelão te conduz à sensação de que a sua história pode ser resumida num simples ato de mudar de casulo.
Ali tem o que você é. Ali contém o que fez para ser... Não há erro. Não há mentira que resista a uma caixa de papelão alinhada com o que você se tornou.
Suas fotos estão ali. A coberta que te acolhe está ali. Seus valores e a maneira como você lidou com eles está ali, feito ferida exposta, bem ali ao alcance dos olhos desses estranhos que chegam por necessidade para participar de um momento tão íntimo.
Logo o cenário novo estará ali esperando ser alvejado pelo seu afeto. Afinal, só se afeta com afeto, seja um cenário, seja uma relação com ele, e tomara que seja tudo isso junto.
O medo da mudança pode ser paralisante ou impulsionador.
Mudar é desafio, seja ele movimento voluntário ou não.
É o tipo de desgaste que convoca a vocação.
O talento vem de companhia e a coragem de abre-alas.
Mas o estandarte está com você.
Afinal, quem segura a bandeira que você sacode pela vida cravando sua identidade pelo mundo?

- Cláudia Dornelles -

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